GOVERNADORA FÁTIMA BEZERRA DOBRA SINDICALISTAS E MANTÉM PAGAMENTO DE JANEIRO EM DUAS PARCELAS

O Governo do Estado venceu a queda de braço sobre a polêmica do pagamento da folha de janeiro. Inicialmente os sindicalistas rejeitaram a proposta apresentada pela equipe do Governo, que sugeria o pagamento de janeiro em duas parcelas, sendo a primeira parcela no dia 10 e a segunda parcela no dia 31. Os representantes classistas defendiam que o Governo do Estado seguisse a cronologia dos meses em atraso, proposta rejeitada pela equipe de negociação do Executivo. Nesta quarta-feira(09) o Governo e as entidades sindicais e associativas que representam os servidores públicos do Rio Grande do Norte chegaram a um acordo sobre o pagamento dos salários de janeiro e os encaminhamentos que estão sendo adotados para quitação do passivo das folhas salariais em atraso.

Pela nova proposta, aprovada depois de duas horas de negociações, ficou decidido que nesta sexta-feira, dia 11, será feita a antecipação de 30% do salário bruto dos ativos, inativos e pensionistas, exceto os servidores da segurança pública, que receberão os salários integrais na quarta-feira, dia 16/01. Tudo como desejava desde o início a governadora Fátima Bezerra.

Veja o novo calendário, que continua sendo o mesmo:

Janeiro de 2018

Dia 11

1- antecipação de 30% do salário bruto, sem descontos, a todos os servidores ativos, inativos e pensionistas, exceto os servidores da área da segurança pública e dos órgãos que têm arrecadação própria.

Dia 16

Antecipação da complementação dos 70% dos servidores que recebem até R$ 3 mil.

Antecipação integral dos salários dos servidores da área de segurança pública ativos, inativos e pensionistas

Dia 31

1 – pagamento de 70% do mês de janeiro dos servidores ativos, inativos e pensionistas, que recebem acima de R$ 3.000,00;

2 – pagamento integral do mês de janeiro aos servidores de órgãos com arrecadação própria.

O governo também assumiu o compromisso de quitar as folhas salariais em atraso obedecendo a ordem cronológica do passivo deixado pela administração anterior, fazendo valer a máxima “devo não nego, pagarei quando puder”.

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