CARLOS ATACA MOURÃO POR ENCONTRO COM GOVERNADORES DE GRUPO CRIADO PELO PRÓPRIO BOLSONARO

© Reprodução Instagram/Carlos Bolsonaro e Fábio Motta/Estadão O vereador carioca Carlos Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão

O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos) usou as redes sociais nesta sexta-feira, 3, para criticar o vice-presidente, Hamilton Mourão. O motivo do ataque foi uma reunião de Mourão com governadores da Amazônia Legal que só ocorreu graças a decisões do próprio pai de Carlos, o presidente Jair Bolsonaro.

A reunião, da qual participaram os governadores dos nove Estados da Amazônia Legal, ocorreu na manhã de quinta-feira, 2, conforme consta da agenda de Mourão, e tinha como objetivo discutir detalhes sobre o funcionamento do Conselho da Amazônia, reimplantado por Bolsonaro em fevereiro deste ano como resposta às críticas sofridas em âmbito nacional e internacional por conta das queimadas na região.

Por ordem do próprio Bolsonaro, o conselho passou a ser subordinado à vice-presidência – antes era ligado ao Ministério do Meio Ambiente. A partir da decisão do presidente, Mourão passou a ouvir os governadores da região. O motivo do ataque de Carlos contra o vice foi uma mensagem postada pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

“Tivemos uma reunião com diálogo técnico, respeitoso, sensato. Claro que Mourão não é do meu campo ideológico. Mas, se Bolsonaro entregar o governo para ele, o Brasil chegará em 2022 em melhores condições”, escreveu o governador.

Dino e outros líderes de esquerda como Fernando Haddad, Ciro Gomes e Guilherme Boulos assinaram, no início da semana, um manifesto pedindo a renúncia de Bolsonaro em face das atitudes tomadas pelo presidente com a pandemia do coronavírus.

No início da noite desta sexta-feira, Carlos foi para cima do vice citando a mensagem de Dino. “O que leva o vice-presidente da república a se reunir com o maior opositor SOCIALISTA do governo, que se mostra diariamente com atitudes completamente na contramão de seu presidente?”, escreveu o vereador.

Por: msn/ESTADÃO

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MÉDICO IDOSO CONSEGUE LIMINAR PARA SE AFASTAR DO TRABALHO

Por: jurinews.com.br

Ele levou em conta, ainda, a escassez de materiais de proteção individual no hospital

Um médico que pertence ao grupo de risco para coronavírus obteve na Justiça do Trabalho de Porto Alegre o direito de se afastar das suas atividades no Hospital Conceição em decorrência da pandemia de Covid-19. Ele tem 70 anos, é hipertenso (pressão alta) e apresenta outros problemas de saúde que o tornam mais propenso a ter complicações decorrentes da infecção pelo vírus, aumentando o risco de morte.

Reprodução

A liminar foi concedida em caráter de urgência pelo juiz do trabalho substituto Jefferson Luiz Gaya de Goes, da 15ª Vara do Trabalho de Porto Alegre. Ele levou em conta, ainda, a escassez de materiais de proteção individual no hospital, como máscaras, e o fato de a esposa do médico também ser idosa e apresentar comorbidades (outras doenças simultâneas).

Ao justificar sua decisão, o magistrado ponderou o impacto do afastamento do profissional do atendimento aos pacientes da instituição, mas sustentou que o risco pessoal a que o médico estava exposto se antepõe a qualquer outra situação. “Não se olvida que a atividade do autor é essencial, especialmente no presente momento, para toda a coletividade. Assim, é evidente que o pedido do autor acarretará, caso acolhido, em prejuízo ao atendimento médico neste momento peculiar, especialmente em razão do caráter público do atendimento do réu. Todavia, o interesse público, no presente caso, cede espaço à garantia do direito à vida, que em ponderação de direitos se sobrepõe inequivocamente”, considerou o juiz.

A decisão afasta o médico do trabalho imediatamente, sem prejuízo da sua remuneração, pelo prazo inicial de 30 dias, sujeito a revisão. (Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-RS)

Conjur

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EM MEIO À PANDEMIA, MAIS DE 750 BRASILEIROS FORAM REPATRIADOS

Imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

No total, 11.235 brasileiros retornaram ao país.

Um total de 768 cidadãos brasileiros desembarcou no país nesta sexta-feira (3), oriundos de diferentes países, em meio à pandemia do novo coronavírus. A repatriação dessas pessoas tem sido articulada pelo governo federal, através do Itamaraty, já que a oferta de de voos comerciais caiu drasticamente e dezenas de países fecharam suas fronteiras para conter o avanço da doença.

“Hoje foram repatriados 768 brasileiros, sendo 434 da Bolívia, 243 do Reino Unido, 60 da Argentina, 22 do Chile e 9 de Trinidad Tobago, totalizando 11.235 brasileiros repatriados”, informou o ministro-chefe da Casa Civil, Braga Netto, em coletiva de imprensa.

Na última quarta-feira (1º), o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse que cerca de 5,8 mil brasileiros ainda estavam retidos em diferentes países. Parte desses resgates tem sido realizada por meio de voos fretados pelo próprio Itamaraty.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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MP DE CRÉDITO DE R$ 40 BI PARA FOLHA DE PAGAMENTO FOI ASSINADA NESTA SEXTA-FEIRA

Imagem: Marcello Casal Júnior

Medida beneficiará 12 mi de trabalhadores em 1,4 milhão de empresas.

Cerca de 1,4 milhão de pequenas e médias empresas que empregam 12 milhões de trabalhadores que recebem até dois salários mínimos receberão R$ 40 bilhões de crédito com juros baixos para manterem a folha de pagamento por dois meses. Segundo o Ministério da Economia, o presidente Jair Bolsonaro assinou a medida provisória nesta sexta-feira (3) à noite.

A medida beneficia apenas empresas que faturam de R$ 360 mil a R$ 10 milhões por ano. Em contrapartida, o empregador não poderá demitir sem justa causa por 60 dias depois do recebimento do crédito. As microempresas não estão incluídas na linha emergencial de crédito para a manutenção do emprego em meio à pandemia de coronavírus.

Segundo o diretor de Regulação do Banco Central, Otávio Damaso, o dinheiro usado para custear a folha de pagamento das empresas irá diretamente para a conta do trabalhador. Embora o empregador assine o contrato do empréstimo, o dinheiro não passará pela conta da empresa.

A linha de crédito estará disponível no início da próxima semana, assim que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovar uma resolução regulamentando a medida provisória. O empréstimo terá juros de 3,75% ao ano e será operado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que repassará o dinheiro aos demais bancos, onde o empresário fechará o contrato.

O empréstimo terá 30 parcelas, com a primeira prestação sendo paga apenas daqui a seis meses. Na prática, a medida eleva o prazo total da linha de crédito para 36 meses (três anos).

Dos R$ 40 bilhões totais, o Tesouro Nacional entrará com 85% (R$ 34 bilhões), com os 15% restantes (R$ 6 bilhões) bancados pelas instituições financeiras. O BNDES não receberá nenhuma remuneração para transferir o dinheiro do Tesouro para os bancos.

Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, o empresário poderá recorrer à linha de crédito tanto para financiar 100% da folha de pagamento como para financiar a parcela que cabe ao patrão caso haja suspensão do contrato de trabalho ou redução da jornada de trabalho. “O empresário poderá conjugar as duas iniciativas”, disse.

Medida provisória

Apresentada na última quarta-feira (1º), a medida provisória do programa de manutenção do emprego prevê redução do salário em 25%, 50%, 70% ou valores acertados em negociações coletivas com complementação da renda pelo governo. O empregado receberá, na maioria dos casos, a parcela do seguro-desemprego a que teria direito na proporção do corte.

“Isso é importante porque fecha um grupo de medidas que auxilia todos os empregados e gera para os empregadores a manutenção do emprego. Empresa viva significa emprego vivo. Protege o emprego dos brasileiros que precisam pagar suas contas e manter a subsistência”, disse Bianco.

A cobertura de eventuais inadimplências da linha de crédito por parte dos empresários será compartilhada entre o Tesouro e as instituições financeiras. O Tesouro cobrirá 85% do risco, com os bancos cobrindo os 15% restantes.

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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ENCONTRADOS FIAT, ALFA ROMEO E PEUGEOT ABANDONADOS HÁ 27 ANOS

Imagem: Reprodução

Modelos serão recuperados para serem vendidos, entre os quais Tempra, Uno e Tipo.

Alfa Romeo 33 perua está entre os vários modelos encontrados na Argentina e que serão recuperados para serem vendidos

Enquanto o mundo se resguarda por causa da pandemia, uma loja de carros abandonada há 27 anos em Avellaneda, perto de Buenos Aires (Argentina) é aberta. Dentro dela são encontrados alguns modelos da Fiat, Alfa Romeo e Peugeot que nunca rodaram, informa o site Argentina Autoblog . Agora, os carros terão que ser recuperados para serem vendidos.

Pelo o que se sabe até o momento, a loja foi fechada em 1993 depois do proprietário e seu filho terem falecido por causas trágicas. Entre os modelos encontrados diversos da Fiat , como Tipo, Uno e o sedã Tempra. Há também alguns modelos raros, como o Alfa Romeo 33 e o Peugeot 405, como pode ser visto abaixo na galeria de imagens publicada no Instagram.

Não se sabe ao certo como conseguiram permissão para entrar na loja abandonada e resgatar os carros para serem recuperados e vendidos. De qualquer forma não será muito difícil reformá-los, uma vez que ficaram protegidos do sol e da chuva em local fechado. A parte mais complicada será recuperar o conjunto mecânico. O fato de nunca terem rodado irá aumentar o apelo de venda.

Fonte: undefined – iG @ https://carros.ig.com.br

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EM NOVO ATAQUE À IMPRENSA BOLSONARO CHAMA JORNALISTAS DE URUBUS

Imagem: Reprodução

“Eu não cheguei aqui… pelo milagre da facada, e a eleição também, para perder para esse urubus aí”, afirmou Bolsonaro, mencionando jornalistas

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chamou, nesta sexta-feira (3), jornalistas de urubus. A fala foi feita em frente a apoiadores que o esperavam no Palácio da Alvorada e foi direcionada a um grupo de jornalistas que o aguardava no mesmo local.

“Eu não cheguei aqui… pelo milagre da facada, e a eleição também, para perder para esse urubus aí”, afirmou Bolsonaro . O presidente pediu a seus apoiadores, que haviam descumprido as orientações do Ministério da Saúde de isolamento social, para que eles ficassem mais próximos à portaria do Palácio da Alvorada e longe dos jornalistas

“Vamos vencer essa guerra, pessoal. Vai chegar a hora certa aí”, disse Bolsonaro , que em nenhum momento se direcionou aos repórteres, mas criticou o isolamento social aos seus apoiadores.

Por:ultimosegundo.ig.com.br

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NATAL: PREFEITURA DETERMINA NOVAS REGRAS PARA AS FEIRAS LIVRES; HORÁRIO REDUZIDO E COM UM FEIRANTE POR BANCA

Foto: Divulgação

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, assinou na tarde desta sexta (03) um decreto com novas regras para a realização das feiras livres na capital potiguar, durante o período de enfrentamento da pandemia decorrente do novo coronavírus (Covid-19). Com a publicação do Decreto nº 11.933, fica revogada a Portaria nº 031/2020 da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur).

Segundo o decreto, as feiras livres tiveram seus horários reduzidos e passam a acontecer, já a partir deste sábado (04), das 5h às 13h. Fica permitida a instalação de até duas bancas por família e a presença de um feirante por banca, que poderá ser permissionário, familiar empregado ou colaborador. Além disso, deverá ser respeitado o espaçamento mínimo de dois metros entre cada conjunto de bancas.

Os feirantes deverão realizar a limpeza e a higienização das bancas, utensílios e produtos comercializados; bem como disponibilizar aos clientes produtos de higienização do tipo álcool em gel 70%. O decreto determina ainda que fica proibida a participação de feirantes na condição de gestante e/ou lactante, dos maiores de 60 anos e dos acometidos de comorbidades ou doenças crônicas.

Equipes da Semsur e Semurb vão fiscalizar a montagem, realização e desmontagem das feiras. A Urbana fica responsável pela limpeza dos locais após a desmobilização das feiras. Caberá à Guarda Municipal apoiar os órgãos municipais para o efetivo cumprimento das medidas e ações estabelecidas.

O Decreto nº 11.933 está disponível na edição extra do Diário Oficial do Município desta sexta-feira (03).

RELAÇÃO DAS FEIRAS LIVRES DE NATAL

SEGUNDA-FEIRA: 5h às 13h

Rocas (Zona Leste) – Rua São Pedro e Lions Clube (Travessa São Pedro)

TERÇA-FEIRA: 5h às 13h

Felipe Camarão (Zona Oeste) – Rua Santa Cristina e Tv. Nossa Senhora do Rosário

Igapó (Zona Norte) – Rua Nossa Senhora do Ó e Rua Bela Vista

QUARTA-FEIRA: 5h às 13h

Aliança (Zona Norte) – Rua dos Portugueses e Tv. Heitor Lopes Cardoso

Carrasco (Zona Leste) – Rua dos Paianazes

QUINTA-FEIRA: 5h às 13h

Cidade Praia (Zona Norte) – Rua Araruna

Panorama (Zona Norte) – Av. das Oliveiras

Planalto (Zona Oeste) – Rua Serra da Jurema

SEXTA-FEIRA: 5h às 13h

Parque dos Coqueiros (Zona Norte) – Av. das Seringueiras

SÁBADO: 5h às 13h

Alecrim (Zona Leste) – Rua Presidente Quaresma

Pajuçara (Zona Norte) –  Rua Dr. Vicente Carvalho

Santa Catarina (Zona Norte) – Rua Serra Negra

DOMINGO: 5h às 13h

Cidade da Esperança (Zona Oeste) – Av. Perimetral Leste

Felipe Camarão (Zona Oeste) – Rua Nossa Senhora do Livramento (Continuação da Rua da Tamarineira)

Gramoré (Zona Norte) – Rua Itapetinga (trecho conhecido por Rua Marialva)

Lagoa Seca (Zona Sul) – Rua São José

Mãe Luíza (Zona Leste) – Rua João XXIII

Nova Natal (Zona Norte) – Av. da Chegança e Rua Do Pastoril

Nova República (Zona Norte) – Rua Itororós

Pirangi (Zona Sul) – Av. Miguel dos Caribes

Quintas (Zona Leste) – Rua Pedro Novoa

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NEGADO PEDIDO DE ALUNA PARA SUSPENSÃO DE MENSALIDADES DE CURSO UNIVERSITÁRIO DURANTE PANDEMIA

Imagem: reprodução/Ilustrativa

A juíza Gisela Besch, do 1º Juizado Especial Cível de Mossoró, indeferiu pedido liminar feito por uma aluna do curso de Nutrição da Universidade Potiguar (UnP) que pleiteava a suspensão do pagamento das mensalidades do curso enquanto durar a suspensão das aulas por decorrência da pandemia do novo coronavírus (COVID-19), por estar matriculada apenas em disciplinas práticas presenciais.

Ao analisar o pleito, a magistrada declarou não vislumbrar a probabilidade do direito da autora, com a documentação juntada ao processo.

Ela ressalta que os contratos firmados em relações de consumo podem ter suas cláusulas modificadas ou revisadas, quando estabelecem prestações desproporcionais ou em razão de fato superveniente que as tornem excessivamente onerosas, conforme previsão do Código de Defesa do Consumidor (art. 6º, V), que consagra a Teoria do Rompimento da Base Objetiva do Contrato.

Porém, a juíza Gisela Besch entendeu que a autora não comprovou a onerosidade excessiva decorrente do fato superveniente à contratação do serviço (suspensão das aulas presenciais em virtude da pandemia da COVID-19). “Afinal, os contratos de serviços educacionais são adimplidos, de forma mensal, no período correspondente à quantidade de semestres de duração do curso, não havendo provas de que a instituição de ensino ré cobrará além dos semestres/meses necessários para a conclusão do curso de forma regular”, observou a julgadora.

A magistrada destacou ainda que a onerosidade excessiva não se comprova pela simples manutenção da cobrança das parcelas, isso porque houve apenas a continuidade da cobrança dos valores previamente ajustado pelas partes. “Em contraponto, a demonstração da onerosidade excessiva dependeria da comprovação de uma alteração de sua renda pessoal por decorrência específica do fato superveniente (pandemia da COVID-19)”.

(Processo nº 0805394-33.2020.8.20.5106)

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EM MEIO A RUMORES SOBRE DEMISSÃO, MANDETTA DIZ: ‘MÉDICO NÃO ABANDONA PACIENTE’

O presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta em coletiva no Planalto Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Mandetta disse nesta sexta-feira que, no momento, não tem a intenção de deixar o cargo.

Um dia após críticas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro terem aumentado os rumores sobre sua eventual saída do Ministério da Saúde, o ministro Henrique Mandetta disse nesta sexta-feira que, no momento, não tem a intenção de deixar o cargo.

– Eu tenho uma coisa na minha vida que aprendi com meus mestres: médico não abandona paciente – disse Mandetta.

A declaração foi dada durante entrevista coletiva na qual o ministério divulgou o balanço de casos confirmados e mortes causadas pelo novo coronavírus.

Na quinta-feira, durante entrevista à rádio Jovem Pan, o presidente Jair Bolsonaro criticou abertamente a conduta de Mandetta na condução da crise causada pela Covid-19. Bolsonaro afirmou que Mandetta precisaria ser mais “humilde” e ouvi-lo mais. Questionado sobre a permanência do ministro em sua equipe, Bolsonaro afirmou que nenhum ministro é “indemissível”.

Nas últimas semanas, Mandetta e Bolsonaro têm discordado publicamente por conta do apoio do ministro às medidas de restrição de movimento e distanciamento social impostas por governos estaduais. Bolsonaro é contra essas medidas sob a alegação de que elas afetariam a economia e causariam perdas de empregos.Mandetta tentou minimizar os efeitos das crítica feitas por Bolsonaro.

– Isso (medidas de distanciamento social) é um tratamento mais lento e tem reflexos na economia. Isso é um efeito colateral desse tratamento. Principalmente do brasileiro mais carente. Acho que é em nome deles que o presidente se movimenta – afirmou Mandetta.

Por: oglobo.globo.com

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GOVERNO DO ESTADO EMITE NOTA ESCLARECENDO O MOTIVO DE UM HOSPITAL DE CAMPANHA NO RN

Foto: Sandro Menezes

O Governo do Estado emite nota de esclarecimento sobre a contratação para gestão do hospital de campanha que será erguido na Arena das Dunas.

Confira a nota na íntegra:

O Governo do RN, por meio da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e do seu titular, Cipriano Maia, vem a público mais uma vez esclarecer sobre a contratação em caráter emergencial de uma Instituição Filantrópica ou Organização Social para gestão do Hospital de Campanha. O complexo deverá ser erguido no estádio Arena das Dunas e terá a oferta de 100 leitos (sendo 53 de UTI adulto, 45 leitos de retaguarda clínica e 2 de isolamento) a serem utilizados exclusivamente para fins de tratamento de pacientes contaminados com o novo coronavírus.

O Hospital foi pensado inicialmente utilizando a área já coberta, interna do Arena das Dunas, tendo em vista que os custos e o tempo seriam otimizados. Dada a projeção dos casos e a oferta insuficiente de leitos na rede pública do Estado, a Secretaria de Estado optou por ampliar sua capacidade de atendimento hospitalar por meio de um Hospital de Campanha durante a pandemia. Ressalta-se que além do Hospital, também está em curso a ampliação de mais de 100 leitos de UTI nos Hospitais Regionais da Rede Pública, incluindo os leitos do Hospital Pedro Germano e os Hospitais Regionais. Para tanto, foram adquiridos equipamentos e a contratação (chamamento do concurso público e seleção temporária), reformas para adequação física dos hospitais, entretanto, essas medidas ainda são insuficientes dada a previsão inicial da necessidade estimada.

Essa estimativa de leito, foi realizado por profissionais da Sesap com expertise técnica na área e tomou como base aspectos relacionados ao:

– Tempo de permanência do paciente no hospital, tempo de duração da crise; Taxa de infecção;

– Capacidade instalada da rede própria, incluindo leitos de UTI existentes;

– Taxa de complicação dos casos;

– Medidas de controle domiciliar;

– Equipamentos serão necessários para atendimento;

– Número de pessoas que serão internadas;

– Necessidade de recursos humanos;

– Número de pessoas com complicações clínicas;

– Hospitais aptos para receber os pacientes;

– Itens serão necessários (materiais e medicamentos);

– Número de leitos necessários;

– Pacientes com planos de saúde (saúde suplementar);

– Taxa de internação esperada;

– Capacidade dos hospitais privados;

– Fontes extras de recurso;

– Medidas de bloqueio da transmissão (propagação);

– Complicações esperadas;

– Além disso, essa estimativa se deu com base na análise do cenário internacional dos países já cometidos pela pandemia.

Há que se considerar a escassez de profissionais no Estado e as dificuldades estruturantes existentes no Sistema Único de Saúde, as quais não acontecem apenas em nível do Estado do RN. É notória a dificuldade mundial em prestar assistência adequada a população devido a escassez de equipamentos, EPIs, insumos e profissionais de saúde para atuar nesse contexto extremo.

Importante ressaltar que foram realizadas várias ações no sentido de buscar soluções e parcerias para a ampliação dos serviços, tais como parceria com o Exército e Hospital Universitário, contudo todos sofrem com as mesmas dificuldades para o enfrentamento dos casos. Além, disso essas Instituições já estão sobrecarregadas com as demandas cotidianas existentes. Segundo as informações obtidas junto ao Comando da 7ª. Brigada, a Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Militar se encontra em obras e o Hospital Universitário Onofre Lopes já está fazendo adequações, porém ainda não são suficientes para o número de casos esperados.

Vale ressaltar que esforços administrativos estão sendo feitos para se abrir leitos de UTI dentro dos hospitais da SESAP, entretanto, ainda levarão um razoável espaço de tempo (apesar do esforço conjunto entre as diversas Secretarias do Estado).

Já em operação novos leitos em Caicó, Pau dos Ferros, Currais Novos e em fase de finalização as obras em Mossoró, hospital Tarcísio Maia e em Natal, anexo clínico do hospital João Machado e Macaíba, com 20 leitos os dois primeiros serviços. Mossoró já possui equipamentos e RH. João Machado e Macaíba ainda não.

Em reunião no mês anterior com o Hospital da Polícia Militar, a SESAP assumiu o compromisso de colocá-lo em funcionamento, habilitando inclusive essa unidade para receber repasses do governo federal. Nessa unidade, pelo plano de leitos COVID, serão abertos 10 leitos de UTI e 30 leitos de enfermaria. Os equipamentos serão locados para 8 leitos com equipe de enfermagem.

No Hospital Giselda Trigueiro, ainda em fase de abertura de 25 leitos de internação. Recentemente foram nomeados por meio do chamamento do concurso público vários profissionais de saúde, entretanto, a abertura de novos leitos uma quantidade significativa de profissionais.

Conforme o Plano Estadual de Contingência para o enfrentamento à COVID, também serão abertos novos leitos em vários hospitais da rede pública, onde serão também abertos serviços de UCI, que exigem menos pessoal e menor número de equipamentos em relação a uma UTI.

Por que a contratação escolhida foi o de Organização Social?

A opção do chamamento não se restringe ao modelo de Organização Social, visto que poderão concorrer também prestadores filantrópicos. Considerando o fato de que o contexto da pandemia exacerbou a demanda por serviços hospitalares entende-se que não é oportuna restringir a participação de outros modelos de gestão no certame, cujo objeto é de extrema relevância social e de caráter emergencial. Além disso, em contato com os outros Estados identificou-se que esse modelo já foi adota nos Estados do Ceará, Goiás, São Paulo, entre outros. É preciso considerar a dificuldade operacional (equipamentos, recursos humanos, insumos) do Estado em gerir uma estrutura desse porte, em curto espaço de tempo, dada a necessidade de resposta rápida que a situação exige, no sentido de preservar vidas.

Considerando o fato de que o contexto da pandemia exacerbou a demanda por serviços hospitalares entende-se que não é oportuna restringir a participação de outros modelos de gestão no certame, cujo objeto é de extrema relevância social e de caráter emergencial. Além disso, em contato com os outros Estados identificou-se que esse modelo já foi adota nos Estados do Ceará, Goiás, São Paulo, entre outros. É preciso considerar a dificuldade operacional (equipamentos, recursos humanos, insumos) do Estado em gerir uma estrutura desse porte, em curto espaço de tempo, dada a necessidade de resposta rápida que a situação exige, no sentido de preservar vidas. Nesse sentido, o Hospital deverá integrar, de forma provisória, como uma retaguarda a mais aos serviços já existentes.

Como foram estimados os preços?

Em relação aos valores os preços foram estimados com base na média dos preços praticados em outros estados, nas propostas de valores recebidos por alguns Hospitais privados aqui no Estado e na estimativa dos valores dos leitos privados já contratados pelo Estado. Foi estimado um valor médio da diária global para leitos de UTI de R$2.560,00 e de leitos de clínica e isolamento de R$ 1.500,00. Segue abaixo a memória de cálculo:

Estimativa Mensal
Valor Mensal Leito UTI: R$ 2.560,00 (diária) x 30 dias x 53 leitos
Valor Total Mensal dos Leitos de UTI: R$ 4.070.400,00 (quatro milhões e setenta mil e quatrocentos reais)
Valor Mensal Leitos Clínica+Isolamento = R$ 1.500,00 (diária) x 30dias x 47 leitos
Valor Total Mensal Leitos Clínica+Isolamento = R$ 2.115.000,00 (dois milhões cento e quinze mil reais)
Estimativa de Valores dos Leitos por 6 meses
Valor Leitos de UTI por 6 meses = R$ 4.070.400,00 (30 dias) x 6 meses=
R$ 24.422.400,00 (vinte e quatro milhões, quatrocentos e vinte e dois mil e quatrocentos reais)
Valor Leitos Clínica +Isolamento por 6 meses: R$ 2.115.000,00(30 dias) x 6 meses = R$12.690.000,00 (Doze milhões, seiscentos e noventa mil reais)

VALOR GLOBAL DE TODO CONTRATO POR 6 MESES
LEITOS DE UTI+CLÍNICA+ISOLAMENTO: R$ 37.112.400,00 (trinta e sete milhões, cento e doze mil e quatrocentos reais)
VALOR GLOBAL DE TODO CONTRATO MENSAL
LEITOS DE UTI+CLÍNICA+ISOLAMENTO: R$ 6.185.400,00 (seis milhões, cento e oitenta e cinco mil e quatrocentos reais)

A Sesap esclarece ainda que tem atuado em Natal, região metropolitana, Mossoró e demais cidades do interior para ampliar a assistência aos potiguares acometidos pela pandemia. Todos, absolutamente todos os leitos possíveis na rede própria serão reaproveitados, mas como explicado acima, são insuficientes para atender a demanda.

Por fim, o Governo do Estado reafirma o compromisso de seriedade, honestidade e transparência, marcas desta gestão, e reforça o convite aos órgãos de controle – Ministérios Públicos Estadual e Federal e Tribunal de Contas do Estado – por entender a importância dessas instituições participarem e acompanharem as ações que visam o atendimento à população em tempos de pandemia.

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WALTER ALVES QUER SUSPENDER RECOLHIMENTO PATRONAL DOS MUNICÍPIOS

Para desenvolver ações de combate ao coronavírus, o deputado federal Walter Alves (MDB-RN) quer que os municípios fiquem isentos, por três meses, de repassar a contribuição patronal ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). As parcelas suspensas serão somadas, ao final do ano, no parcelamento das dívidas que os Municípios têm com o Governo Federal. O parlamentar encaminhou ofício ao presidente do órgão, Leonardo Rolim, solicitando a suspensão do repasse.

De acordo com o deputado, a flexibilização do recolhimento da contribuição trará benefícios para os Municípios que sofrem com os efeitos do combate à pandemia do Covid-19. “Solicitamos ao Governo Federal que tenha sensibilidade para reconhecer as necessidades dos gestores municipais. O adiamento do recolhimento patronal resultará em mais ações desenvolvidas pelos prefeitos que necessitam de recursos”, explica Walter Alves.

A solicitação do deputado é baseada em um projeto aprovado na Câmara Federal que permite às empresas adiarem o recolhimento patronal da contribuição previdenciária de funcionários. O texto aprovado determina a possibilidade de parcelamento em 12 meses após o período. O projeto aprovado prevê um regime tributário emergencial (RTE-Covid19).

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GOVERNO VAI USAR APLICATIVO PARA CADASTRAR INFORMAIS QUE TÊM DIREITO A AUXÍLIO DE R$ 600

Foto: Portal Contábeis

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, disse nesta sexta-feira (3) que será usado um aplicativo para celulares para identificar os trabalhadores informais que não estão em nenhum cadastro do governo, mas têm direito de receber o auxílio de R$ 600.

O benefício é uma das medidas de alívio à crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus. Ele se destina a pessoas sem carteira assinada e renda fixa, afetadas pelas medidas de isolamento social adotadas para conter a velocidade da Covid-19 no Brasil.

De acordo com o ministro, o aplicativo poderá ser baixado a partir da terça-feira (7).

Onyx disse que, além do aplicativo, o cadastro poderá ser feito por telefone, em número que será divulgado posteriormente, e através de um site, que também está em desenvolvimento.

Ele informou ainda que será possível fazer o registro em agências, mas não informou quais. Entretanto, a recomendação é que o cadastro seja feito, de forma prioritária, por meio digital, a fim de evitar aglomerações.

Já o calendário para o pagamento do auxílio aos informais será anunciado na segunda-feira (6). O governo vem recebendo críticas pela demora em repassar ajuda a trabalhadores e empresas afetados pela crise do coronavírus.

Segundo o ministro, entre 15 milhões e 20 milhões de trabalhadores que têm direito ao auxílio não estão atualmente em nenhum cadastro usado pelo governo e precisam fazer o registro para receber o dinheiro.

Deve fazer o cadastramento pelo aplicativo:

– o trabalhador que não está no Cadastro Único do governo; que não é contribuinte individual do INSS; e que não é microempreendedor individual.

De acordo com o ministro, trabalhadores que já estão nos cadastros do governo mas que não sabem disso e venham a tentar fazer o credenciamento por qualquer dos meios anunciados, vão ser informados de que não precisam do registro.

Onyx informou ainda que:

– o dinheiro será creditado em conta bancária, ou;

– ele receberá uma autorização para fazer o saque nas lotéricas.

“Aqueles que não têm conta, terão uma conta digital aberta de forma gratuita. Quem já tiver em outro banco, receberá uma TED [transferência eletrônica] de graça”, informou o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

O presidente da Caixa disse ainda que um segundo aplicativo será criado para servir como mais uma opção para o recebimento do auxílio.

Segundo o ministro da Cidadania, há ainda a previsão de que o auxílio possa ser sacado em caixas eletrônicos.

Onyx disse que a previsão é de que esses trabalhadores possam começar a receber o auxílio 48 horas depois de concluírem o cadastramento pelo aplicativo, site ou telefone.

“Queremos dar tranquilidade ao taxista, ao vendedor de pipoca, à diarista, de que ela, a partir de terça-feira (7), terá as condições de fazer o cadastramento e, em poucas horas, receber os recursos”, disse o ministro da Cidadania.

Calendário de pagamento

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou que na segunda-feira (6) o banco anunciará o calendário de pagamento e detalhes operacionais para o recebimento do benefício pelos trabalhadores informais.

Ele disse que o aplicativo ainda não foi lançado e alertou para golpes digitais.

“Quando lançarmos [o aplicativo], sabemos que teremos dezenas de milhões de acessos em um só dia. Até agora, não lançamos ainda. Então qualquer aplicativo que a população esteja vendo não é um aplicativo do governo. Porque este aplicativo que a Caixa montou junto com o governo federal, é o único que concentrará essa base de dados”, afirmou.

Sobre o auxílio

Além dos informais atualmente fora de cadastro, outros dois grupos terão direito ao auxílio de R$ 600.

Um deles é composto por pessoas que fazem parte do Bolsa Família, e que poderão ter o benefício elevado. A previsão é que os beneficiários desse grupo comecem a receber a ajuda adicional a partir de 16 de abril.

O segundo grupo é dos trabalhadores que já estão no cadastro único do governo federal. Para estes, ainda não há data para o início dos repasses, mas, segundo Lorenzoni, a expectativa é de que isso aconteça de forma muito rápida.

O ministro da Cidadania disse que, os beneficiários do Cadastro Único devem ser os primeiros a receber. Ele disse que o governo trabalha para iniciar o pagamento a parte deles na próxima semana, antes do feriado de Páscoa.

Segundo o governo, o auxílio deverá beneficiar 54 milhões de pessoas, com custo de R$ 98 bilhões. Conforme o projeto aprovado, o auxílio será limitado a duas pessoas da mesma família.

O texto ainda definiu que a trabalhadora informal que for mãe e chefe de família terá direito a duas cotas, ou seja, receberá R$ 1,2 mil mensais por três meses.

O que é preciso para ter direito ao auxílio?

O projeto que cria o auxílio de R$ 600 altera uma lei de 1993, que trata da organização da assistência social no país.

De acordo com o texto, durante o período de três meses, será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos:

– ser maior de 18 anos de idade;

– não ter emprego formal;

– não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, à exceção do Bolsa Família;

– ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos;

– que, no ano de 2018, não tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.

O auxílio será cortado caso seja constatado o descumprimento de desses requisitos.

O texto diz também que o trabalhador deve exercer atividade na condição de:

– microempreendedor individual (MEI);

– contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria;

– trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado, intermitente inativo, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), até 20 de março de 2020, ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima, desde que faça uma autodeclaração pelo site do governo.

A proposta estabelece ainda que somente duas pessoas da mesma família poderão receber o auxílio emergencial. Para quem recebe o Bolsa Família, o programa poderá ser substituído temporariamente pelo auxílio emergencial, caso o valor da ajuda seja mais vantajosa.

G1

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MEU PAI SÓ SAIU PARA IR AO MERCADO, DIZ FILHA DE MORTO AOS 45 POR COVID-19

Jaqueline Gomes da Silva mostra imagem do pai, o segurança Edson Oenning, morto por coronavírus em SP fOTO: : Luis Adorno / UOL

Saudável, o segurança particular Edson Oenning, 45, foi liberado por seus patrões do trabalho por causa da pandemia de coronavírus e estava havia quase três semanas em quarentena, junto de sua mulher e três filhos na casa da família, localizada no Brás, região central de São Paulo. Na manhã de ontem(02), ele morreu em um hospital particular na zona oeste da cidade, em decorrência da covid-19.

No início da semana passada, Edson foi ao mercado com a esposa para comprar alimentos e álcool gel. Logo depois, sentiu falta de ar e dor no corpo, principalmente na região do peito.

Ele e a família suspeitaram de que ele pudesse estar com coronavírus e decidiram ir a um pronto-socorro particular na terça-feira (24). Lá, segundo os parentes de Edson, foram orientados a voltar para casa.

Na quinta (26), o segurança voltou ao hospital porque não conseguia respirar. Ao chegar, de acordo com a família, foi transferido para outra unidade hospitalar particular e, em seguida, entubado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Na terça-feira desta semana (31), o hospital informou aos familiares de Edson que o estado de saúde do segurança tinha melhorado. Ontem, no entanto, disseram que o rim havia parado de funcionar e que ele estava com água no pulmão. Às 6h de ontem, informaram que ele teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

“Desde quando começou a quarentena, a gente não saiu muito. Na única vez que ele saiu, meu pai saiu de casa para ir ao mercado com a minha mãe. Então, a gente acredita que tenha sido infectado lá. Nós moramos em cinco: ele, minha mãe e meus dois irmãos, mas, por enquanto, está tudo bem com a gente, a gente não teve sintomas”, diz a filha Jaqueline Gomes da Silva, 22, estudante de psicologia.

Apesar da declaração da filha, é difícil saber quando uma pessoa foi infectada. Como o vírus já circula pela população e a maioria dos contaminados não apresenta sintomas, o contágio costuma ocorrer sem que se saiba a origem. Além disso, demora alguns dias (que podem variar de pessoa para pessoa) entre a contaminação e o surgimento dos primeiros sintomas.

Além de Jaqueline e da mulher, o segurança deixou outra filha, de 25 anos, e três filhos, de 18, de 20 e de 23 anos. “No hospital, os médicos falaram que a gente não podia vê-lo. Nem um abraço a gente pôde dar nele no hospital. O médico falou que, se a gente quisesse ver de longe, podia, mas tinha que estar ciente de que a gente estava se expondo ao risco”, disse Jaqueline.

O caixão vai ser lacrado, porque disseram que ele vai estar dentro de um saco. Não vamos poder ter contato, velório com poucas pessoas. A gente vai cremar e levar as cinzas para nosso sítio no Paraná

Jaqueline Gomes da Silva, estudante e filha de Edson Oenning

De acordo com a família, ele testou positivo para coronavírus após ser submetido a exame de tomografias. Tanto no atestado do hospital quanto do cartório, segundo a família, a causa da morte foi atestada como covid-19. A família explicou que foi chamada para conferir no atestado se havia algum erro.

Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, São Paulo tem, em média, uma morte causada por coronavírus a cada hora — anteontem o governo informou que 28 pessoas morreram em 24 horas.

Em uma hora em frente ao cartório da Lapa, ontem, a reportagem conversou com três pessoas, com máscaras, que foram registrar óbitos de parentes —apenas Jaqueline revelou a razão do óbito. O local está funcionando sob escala menor. A fila para atendimento é feita na rua, com distância de pelo menos um metro entre as pessoas, e só estão sendo atendidas demandas urgentes, como atestados de nascimento e de óbito.

Por Luís Adorno / Do UOL, em São Paulo

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MAIA QUER VOTAR PEC DA GUERRA NA SESSÃO DA CÂMARA DESTA SEXTA

© Michel Jesus/Câmara dos Deputado

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) pretende votar o Plano Mansueto, que socorre estados e municípios com dificuldades fiscais e dará fôlego financeiro para as esferas da federação enfrentarem o coronavírus, na próxima semana. Já a proposta de emenda à Constituição (PEC) da segregação do orçamento, batizada de PEC da guerra, deve ir a plenário em primeiro e segundo turnos nesta sexta (3/4). Maia falou com a imprensa em coletiva, ao chegar ao Congresso, no meio da tarde.

Por: msn/CORREIO BRAZILIENSE

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 SENADO SUSPENDE DESPEJO DE INQUILINO ATÉ 30 DE OUTUBRO DE 2020

Senado em votação remota.Leopoldo Silva/Agência SenadoLeopoldo Silva/Agência Senado

O Senado Federal aprovou nesta sexta-feira (3) o PL 1179/2020, do senador Antonio Anastasia (PSD-MG), que flexibiliza relações jurídicas privadas durante a pandemia de coronavírus. O texto busca atenuar as consequências socioeconômicas do covid-19, a fim de preservar as relações jurídicas e proteger os segmentos mais vulneráveis da população.

Por: congressoemfoco.uol.com.br

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 JUIZ PROÍBE BUSCA E APREENSÃO DE VEÍCULOS DE DEVEDOR INADIMPLENTE DURANTE PANDEMIA

Imagem: Reprodução

Busca e apreensão veículos de inadimplente foi proibida

Por causa do estado de calamidade pública decretado em decorrência da pandemia da Covid-19, o juiz Marcio Estevan Fernandes, da 4ª Vara Cível de Jundiaí, revogou uma liminar concedida anteriormente e proibiu a busca e apreensão de veículos de um devedor inadimplente.

Isso porque, segundo o magistrado, o réu está impedido de “lançar-mão da faculdade de pagar a integralidade da dívida pendente, entendendo-se esta como sendo as parcelas vencidas e vincendas — estas últimas sem a incidência de encargos moratórios —, sob pena de consolidação da propriedade do bem em mãos do autor (Decreto-Lei 911/69, artigo 3º, §§ 1º e 2º)”.

Fernandes citou que até mesmo o governo federal tem autorizado o uso de CNH vencida para não inviabilizar a locomoção de brasileiros, que pode ser urgente, durante a pandemia. “Posto isso, revogo a liminar de busca e apreensão, cujo pleito poderá vir a ser objeto de renovação assim que expirada a suspensão a que se refere o Provimento CSM 2.545/2020 do TJ-SP”, concluiu.

O devedor é representado nos autos pelos advogados Marco Antonio Zuffo e Marco Antonio Crespo Barbosa.

Por: justiçapotiguar.com.br

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APROVAÇÃO DE MINISTÉRIO DA SAÚDE DISPARA E É O DOBRO DA DE BOLSONARO, DIZ DATAFOLHA

Pesquisa Datafolha divulgada na tarde desta sexta-feira indica que a aprovação do Ministério da Saúde é hoje o dobro da avaliação do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o instituto, a pasta é aprovada por 76% da população, enquanto o presidente recebeu aprovação de 33%.

O Datafolha ouviu 1.511 pessoas por telefone entre os dias 1 e 3 de abril.

Na pesquisa anterior, o ministério conduzido por Luiz Henrique Mandetta tinha uma aprovação de 55%. O Datafolha também registrou queda na reprovação da pasta: caiu de 12% para 5%.

Já a aprovação do presidente Bolsonaro oscilou dentro da margem de erro: de 35% para 33%. A avaliação é estável também entre os que consideram o presidente regular: de 26% para 25%.

Bolsonaro vem travando uma disputa interna com o protagonista de Mandetta à frente do ministério. Nesta quinta-feira, em entrevista a rádio Jovem Pan, o presidente chegou a dizer que falta humildade ao ministro, e que os dois estão “se bicando há tempos”.

Mandetta, por sua vez, tem evitado o confronto. Com alta popularidade, o ministro minimizou os ataques do chefe. Disse que continuava trabalhando e que seu foco era no combate à doença.

do Extra Online

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SINMED RN ENTRA COM LIMINAR PARA SUSPENDER LICITAÇÃO DO HOSPITAL DE CAMPANHA DO ESTADO NA ARENA DAS DUNAS

Nesta sexta-feira (3) o Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed/RN) entra com uma liminar para suspender a licitação aberta pelo Governo do Estado para montagem de um Hospital de Campanha na Arena das Dunas.

A licitação custará R$ 37,1 milhões aos cofres públicos e prevê o contrato com uma organização social para cuidar do equipamento que vai disponibilizar 180 novos leitos pelo período de seis meses como suporte aos pacientes em tratamento do Coronavírus.

O processo já é alvo também de investigação por parte do Ministério Público Estadual que analisa a legalidade do ato.

“Consideramos totalmente equivocada essa ação do Governo. De um lado temos mais de 200 leitos novos a serem abertos em dois hospitais públicos, o da Polícia Militar e o Deoclécio Marques de Parnamirim, que ficarão para a população após a pandemia. Temos o Hospital Rui Pereira em desativação já com dois andares ociosos e o Regional de Canguaretama ainda fechado por falta de condições sanitárias. Do outro o executivo propõe um hospital improvisado por seis meses ao custo de quase R$ 40 milhões. É um absurdo e demonstra a total falta de uma coordenação para abordar esse momento extremamente delicado”, contesta Geraldo Ferreira, presidente do Sinmed/RN.

Segundo levantamento do sindicato, o Hospital da PM está com 150 leitos novos já prontos, sendo 130 de enfermaria e 20 de UTI, faltando apenas mão de obra para que entrem em funcionamento. O Hospital Deoclécio Marques também tem 80 leitos novos de enfermaria praticamente prontos para serem utilizados, precisando só das camas e acabamentos. Sem contar nos 200 disponíveis nos hospitais privados do Estado que já trabalham com o SUS.

“Além disso soma-se a decisão de tirar os queimados do setor onde eram tratados no Hospital Monsenhor Waldredo Gurgel para colocá-los em um local inadequado. Vale salientar que é o único setor de queimados do Estado. E por fim o fechamento da porta aberta do Hospital João Machado jogando os pacientes da saúde mental para a rede básica. É crime em cima de crime na saúde pública do Rio Grande do Norte”, finaliza o presidente do Sinmed/RN.

Por Sinmed/RN

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BASTIDORES: ORDEM NO MINISTÉRIO DA SAÚDE É IGNORAR FALAS DE BOLSONARO E MANTER COMBATE AO CORONAVÍRUS

Foto: Isac Nóbrega/PR

As declarações do presidente Jair Bolsonaro enquadrando o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, não surpreenderam a equipe da pasta. Segundo auxiliares do ministro ouvidos pelo Estado, a leitura é de que o presidente tenta se afastar de responsabilidades na crise envolvendo a pandemia do coronavírus para jogar no colo de Mandetta e dos governadores os efeitos negativos na economia.

A ordem interna é não rebater e seguir o trabalho de combate à covid-19, a exemplo do que tem feito o próprio ministro. Demissão também está fora do horizonte de Mandetta e de sua equipe, exceto se Bolsonaro mandar.

Após dias contrariando publicamente as orientações do ministro sobre a melhor forma de evitar a propagação do vírus, o presidente disse ontem que falta “humildade” ao ministro e, embora tenha afirmado que não pretende dispensá-lo “no meio da guerra”, ressaltou que ninguém é “indemissível” em seu governo. O protagonismo do auxiliar diante da crise envolvendo a pandemia do coronavírus já vinha incomodando o presidente há algum tempo, como revelou o Estado em 17 de março.

“O Mandetta já sabe que a gente está se bicando algum tempo. Eu não pretendo demitir o ministro no meio da guerra. Agora, ele é uma pessoa que em algum momento extrapolou. Eu sempre respeitei todos os ministros, o Mandetta também. Ele montou o ministério de acordo com sua vontade. Eu espero que ele dê conta do recado”, disse Bolsonaro em entrevista à rádio Jovem Pan.

Questionado pelo Estadão/Broadcast sobre as declarações, Mandetta respondeu: “Trabalho, lavoro, lavoro”, repetindo a palavra que significa “trabalho” em italiano.

As críticas de Bolsonaro ao trabalho da pasta já não têm o mesmo impacto. A avaliação interna no ministério é de que o presidente deve cessar os ataques quando “a realidade se impor”, possivelmente quando for registrado o pico de casos da covid-19 no País. Segundo estimativas da Saúde, isso deve ocorrer ainda em abril.

A principal divergência entre Bolsonaro e Mandetta é sobre a questão do isolamento social. Enquanto o presidente defende flexibilizar medidas como fechamento de escolas e do comércio para mitigar os efeitos na economia do País, permitindo que jovens voltem ao trabalho, Mandetta tem mantido a orientação para as pessoas ficarem em casa. A recomendação do ministro segue o que dizem especialistas e a Organização Mundial de Saúde (OMS), que consideram o isolamento social a forma mais eficaz de se evitar a propagação do vírus.

Pessoas que participaram de reuniões internas com o ministro nos últimos dias dizem que Mandetta não tem comentado sobre a queda de braço com Bolsonaro. A exemplo do presidente, o ministro também oscila no discurso – ora pontuando que é totalmente a favor de um isolamento social mais amplo e ora criticando a imprensa, por exemplo, para agradar a militância bolsonarista.

Secretários estaduais e municipais dizem também ter compreendido a estratégia de Bolsonaro. Eles afirmaram que não creem em uma mudança de tom de Bolsonaro, mesmo após o último pronunciamento de Bolsonaro na TV, quando falou em “união”. Na manhã seguinte o presidente voltou a fazer críticas a governadores, mesmo que indiretamente. Para estes secretários, não vale a pena estender a briga com o presidente, ainda que seja importante contrariá-lo vez ou outra. A avaliação é de que as falas de Bolsonaro têm efeito sobre boa parte da população e mobilizam grupos de pressão contrários ao isolamento, dizem os gestores do SUS.

Pessoas próximas ao ministro dizem que Mandetta tem se concentrado no combate à doença. Faz reuniões nos finais de semana e estuda relatórios sobre o impacto do vírus em outros países. Primo de Mandetta, o deputado Fábio Trad (PSD-MS) afirma que o ministro jamais pensou em se demitir por ataques de Bolsonaro.

‘Em nenhum momento. Ele cultiva valores de coragem, bravura e se considera no meio de uma guerra. Acha que pedir demissão agora é ato de deslealdade com Brasil. Ele não vai abrir mão dos princípios científicos de sua carreira médica. Esse ônus vai ter de ser suportado pelo presidente.’

Fábio Trad, deputado

Na noite de ontem, quando falou com a reportagem sobre as declarações do presidente à Jovem Pan, o ministro participava de reunião com a Confederação Nacional de Medicina (CFM) e outras entidades para tratar sobre o uso da cloroquina para tratamento da covid-19. No dia anterior, o ministro havia sido excluído de reunião entre Bolsonaro e um grupo de médicos para discutir o mesmo assunto.

Enquanto o presidente defende a aplicação do medicamento em pacientes da covid-19, Mandetta pede cautela até que haja comprovação científica da eficácia desse fármaco, normalmente usado para malária. /  Por Mateus Vargas, O Estado de S.Paulo/ Colaborou Julia Lindner

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COM FIÉIS EM ISOLAMENTO SOCIAL, IMAGEM DA PADROEIRA DE NATAL VAI PERCORRER RUAS DA CIDADE EM CARRO ABERTO

Nossa Senhora da Apresentação, padroeira de Natal — Foto: Canindé Soares

A imagem da padroeira de Natal, Nossa Senhora da Apresentação, vai percorrer as principais ruas da capital em um carro aberto nesta sexta-feira (3). De acordo com a Arquidiocese de Natal, a imagem passará por todas as zonas da cidade: Leste, Oeste, Norte e Sul. O início da peregrinação será às 14h saindo da Catedral Metropolitana.

A arquidiocese explicou que essa peregrinação é especial por conta do atual cenário em função do novo coronavírus. “Nossa Senhora da Apresentação, nossa Mãe, sai ao encontro dos filhos para consolá-los, para fazer com que não se sintam sozinhos ou abandonados”, falou o arcebispo metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha.

O arcebispo reforçou a necessidade dos fiéis se manterem em isolamento social, dentro de casa, para evitar o contágio e a propagação do vírus. Por isso, o tema dessa peregrinação será “Todos em casa e Maria na casa de todos”. “O tema também favorece a conscientização das pessoas acerca da necessidade do isolamento social”, falou Dom Jaime.

Anualmente a imagem de Nossa Senhora Apresentação visita instituições e lares de fiéis entre os meses de setembro e outubro, em preparação para a festa da padroeira, que acontece em novembro.

O percurso poderá sem acompanhado pelas redes sociais da Paróquia da Catedral de Natal. Com informações do G1/RN.
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PREFEITO E VEREADORA DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE SÃO DIAGNOSTICADOS COM CORONAVÍRUS

Paulo Emídio, prefeito de São Gonçalo do Amarante / Foto: Reprodução

O prefeito do município de São Gonçalo do Amarante, Paulo Emídio, confirmou no início da tarde desta sexta-feira (3), por meio de suas redes sociais que está com coronavírus. De acordo com  o prefeito, “ele está bem e recluso em sua residência”. A vereadora Márcia Soares (MDB) também testou positivo para o coronavírus.

Além do prefeito e da vereador Mácia , a primeira-dama Terezinha Maia e o secretário de Saúde, Jalmir Simões, de 51 anos, também foram diagnosticados com o coronavírus.

Confira a publicação feita por Paulo Emídio em seu instagram:

Meus amigos, recebi hoje o resultado do teste que fiz para COVID-19 desde que passei a sentir sintomas da doença: deu positivo.

Estou em tratamento em casa, junto com Terezinha que também foi contaminada. Estamos sem maior gravidade até o momento. Apenas o incômodo dos sintomas que são duros.

Estou sem contato social há mais de semana. Desde que surgiram os primeiros sinais, me recolhi com Terezinha e passei a me cuidar.

Apesar dos dias difíceis, consigo algum momento de alívio para acompanhar os acontecimentos e decidir as medidas que temos tomado no combate ao vírus em nosso município.

Os sintomas que tenho sentido aumentam a convicção do quanto todos devemos nos resguardar. E do quanto nós, autoridades, devemos lutar para que as pessoas não sejam atingidas por este vírus e não tenham que passar pelo que eu, Terezinha e tantas outras pessoas estamos passando.

Este era um risco que eu, Terezinha, Jalmir e todos que estamos na linha de frente no combate à doença, corríamos.

Agradeço aos que se preocupam e aos que nos mandam preces.

Tudo vai passar e vamos sair disso mais fortes e ainda mais próximos.

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GOVERNO ZERA IMPOSTOS DE PRODUTOS USADOS NO COMBATE AO CORONAVÍRUS

@Reuters/Umit Bektas

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) ampliou a lista de produtos necessários ao combate do novo coronavírus com redução temporária para zero da alíquota do Imposto de Importação. A resolução nº 28 foi publicada na edição de hoje (3) do Diário Oficial da União.

Entre os produtos com redução do imposto estão tecidos para fabricação de máscaras; suporte para circuitos respiratórios; válvulas de ventiladores pulmonares; baterias; cartão de memória, entre outros dispositivos.

A Camex já havia reduzido a tarifa a zero para álcool etílico e imunoglobulina, na Resolução nº 22, de 25 de março. Nesta resolução de hoje, a câmara corrigiu a descrição técnica dos produtos.

Agência Brasil

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CORONAVÍRUS: ‘MISÉRIA, FOME E VIOLÊNCIA’ DIZ BOLSONARO SOBRE CRISE

Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro reforçou mais uma vez nesta sexta-feira (3) o seu posicionamento contra o isolamento social. Para apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que “a sociedade não aguenta ficar dois, três meses parada” e que “vai quebrar tudo”. “Você sabe o meu posicionamento. Não pode fechar dessa maneira (o comércio). E atrás disso vem desemprego em massa, vem miséria, vem fome, vem violência”, declarou.

Ao ouvir reclamações sobre as baixas no comércio, Bolsonaro voltou a responsabilizar os governadores. “Por demagogia, há uma disputa entre algumas autoridades sobre quem está mais preocupado com a vida de vocês”. Bolsonaro enfatizou que o “político tem que ouvir o povo” e afirmou: “A opinião pública aos poucos está vindo para o nosso lado”.

Sobre a pandemia do novo coronavírus, o presidente estimou que 70% da população brasileira será atingida. “Esse vírus é igual uma chuva, vai molhar 70% de vocês, certo? Isso ninguém contesta. Toda a nação vai ficar livre de pandemia quando 70% (da população) for infectado e conseguir os anticorpos. Ponto final”, afirmou. Ele disse, contudo, que uma “pequena parte da população”, os mais idosos, iriam “ter problema sério”.

Distância da imprensa

Bolsonaro não falou com a imprensa nesta sexta e ao descer do carro fez um pedido aos apoiadores que o esperavam na frente do Palácio da Alvorada: “Chega para cá, pessoal, fica longe da imprensa”. Em outro momento, ele chamou o grupo de jornalistas presentes de “urubus”. “Eu não cheguei aqui pelo milagre da facada, né, e eleição também para perder para esses urubus aí”, disse apontando para onde os profissionais da imprensa estavam.

R7

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MOSSORÓ REGISTRA SEGUNDA MORTE POR CORONAVÍRUS; TERCEIRO CASO CONFIRMADO NO RN

O Rio Grande do Norte registrou na noite desta quinta-feira (2) a terceira morte de paciente infectado pelo novo coronavírus. A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap).

A vítima Luiz Alves de Brito Sobrinho, de 48 anos, que era técnico de enfermagem do Hospital Maternidade Almeida Castro, em Mossoró, estava internado na UTI de um hospital privado e morreu com os sintomas da Covid-19.  Ele também trabalhava na Prefeitura Municipal de Areia Branca, no Hospital Sara Kubitschek.

De acordo com a Sesap, o paciente deu entrada em um hospital privado com pneumonia viral. Ele ficou internado e teve a confirmação de que era Covid-19 no dia 28. Na noite desta quinta, infelizmente ele veio a óbito.

Nota da Secretaria Municipal de Saúde de Mossoró

A Secretaria de Saúde de Mossoró informa com pesar que registrou, na noite desta quinta-feira (02), a segunda morte provocada pelo novo coronavírus na cidade. A vítima foi um homem de 48 anos que estava internado em UTI em um hospital privado. A Prefeitura de Mossoró se solidariza com a família da vítima nesse momento tão difícil.

Até o último boletim epidemiológico da Sesap, divulgado na tarde desta quinta (2), o Rio Grande do Norte tinha 106 casos confirmados e 2.153 suspeitos de covid-19.

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