ARTIGO – AS ALIANÇAS POLÍTICAS SÃO APENAS POSSIBILIDADES

 O Rio Grande do Norte vive um momento novo ao que chamamos de aliança política.

Na verdade o que ocorre é que os partidos estão tão enfraquecidos nas suas bases que não conseguem caminhar sozinhos. É como costuma dizer o ex-prefeito de São José de Mipibu, Janilson Ferreira, “ na política ganha de três quem tem quatro e ganha de quatro quem tem cinco”.

Não existe projeto ideológico, o que existe é o fortalecimento das siglas partidárias. Hoje praticamente não se vota mais pelo partido, se vota pela composição das particularidades de cada um.

O partido que anoitece adversário, com poucas conversas amanhecem correligionários desde muito tempo.

As alianças formadas em nível estadual não serão necessariamente seguidas nos municípios, salvo as determinações (questionáveis) do DEM do senador José Agripino, que já abre precedente no município de Monte das Gameleiras, onde a pré-candidata do PSD receberá as bênçãos do DEM.

Os líderes formam alianças e vão logo dizendo: “vamos respeitar as particularidades de cada município”.

Então, isso não é o que possamos chamar de aliança entre partidos, não existe continuidade nos municípios, a isso podemos chamar de sobrevivência política de partidos em decadência em período eleitoral.

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