SETURN EMITE NOTA DE REPÚDIO APÓS ATO QUE ATRASOU ATIVIDADES DO TRANSPORTE COLETIVO EM NATAL

Foto: Reprodução

O Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município do Natal (SETURN), emite nota de repúdio após  ato realizado na madrugada desta sexta-feira (19) pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Rio Grande do Norte (SINTRO) que retardou o início das operações do serviço de transporte coletivo urbano na capital do Estado.

NOTA DE REPÚDIO

O Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município do Natal (SETURN) repudia o ato realizado na madrugada desta sexta-feira (19) pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Rio Grande do Norte (SINTRO) que retardou o início das operações do serviço de transporte coletivo urbano na capital do Estado.

O ato se torna ainda mais agudo visto que, na noite de anterior, o SINTRO divulgou à sociedade que adiaria a greve anunciada para a data de hoje. Mas em contrapartida promoveu manifestações nas portas das garagens das empresas das 04:30h às 06:30h. Levando a justa expectativa de regularidade dos serviços pelos usuários para o campo da frustração.

Esse ato de militância do SINTRO gerou aglomerações nos pontos de embarque e desembarque no transporte público no início da manhã, configurando não apenas uma infração de ordem trabalhista, mas uma irregularidade sanitária.

Rogamos ao SINTRO a compreensão da quadra histórica em que vivemos para que retroceda na realização da greve ou, pelo menos, cumpra sua função social e na próxima segunda-feira (22) permita a circulação da quantidade de veículos indicada pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU).

O momento é de defender vidas e os empregos. O Sistema de Transportes de Natal encontra-se em colapso econômico, as empresas de ônibus deverão entrar em recuperação judicial. Após 3 meses da pandemia esgotaram suas reservas e realizam com atrasos o pagamento dos principais insumos, como salários e combustível, além estarem inadimplentes com todos os tributos e grande parte dos fornecedores.

Uma paralisação neste momento apenas acelerará a falência do setor, provocando a perda definitiva de todos os empregos e a convulsão do sistema de transporte público municipal. Caso o SINTRO não cumpra as diretrizes da Lei de Greve o setor provocará o Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região para aplicar as medidas cabíveis, prevenir responsabilidades e reparar danos.

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