GARÇOM ATEIA FOGO E ESFAQUEIA COLEGA DE TRABALHO APÓS DISCUSSÃO POR ATRASO EM ENTREGA

A Polícia Militar prendeu um garçom, de 23 anos, depois de ele ter ateado fogo em um colega de trabalho após uma discussão por causa de atraso na entrega de um pedido. O entregador, 31, teve mais de 50% do corpo queimado e segue internado em estado grave. O caso ocorreu na última sexta-feira (24), em Birigui, no interior de São Paulo. As informações são do UOL.

A Polícia Militar informou que os dois se desentenderam na noite anterior ao crime. Por causa disso, o garçom teria sido dispensado do trabalho durante o fim de semana.

No dia seguinte, ele foi até o estabelecimento e disse que queria pedir desculpas aos colegas de trabalho, principalmente o entregador. À polícia, ele alegou que foi alvo de chacota e humilhação nesse momento.

“Ele estava revoltado por ser dispensado e voltou ao local para matar o colega. Ele levou duas garrafas com álcool, um spray aerossol para usar como lança-chamas e um isqueiro. Ele foi preparado para colocar fogo na vítima”, disse o subtenente da Polícia Militar André Souza.

Uma câmera de segurança filmou o momento que o garçom e o entregador discutiram. Em seguida, o rapaz ateou fogo no colega de trabalho.

Com o corpo em chamas, o entregador correu para dentro da lanchonete e se escondeu atrás do balcão. O garçom foi atrás dele com um facão na mão e golpeou as suas costas.

Outros funcionários do estabelecimento e clientes tentaram apartar a briga.

Na sequência, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados. O entregador foi levado para a Santa Casa da cidade. Depois, transferido para um hospital especializado em queimaduras, em Marília, onde segue internado em estado grave.

Após o crime, o garçom fugiu do local. Ele foi localizado em uma farmácia próxima da lanchonete e detido em flagrante por tentativa de homicídio.

Em seu depoimento na delegacia, ele não demonstrou arrependimento. “Ele chegou a nos dizer que se arrependia de não ter conseguido matar o colega”, disse o subtenente.

Como a identidade do garçom não foi revelada, o UOL não conseguiu contato com a defesa dele.

istoé.com

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