FIFA ABRE PROCESSO DISCIPLINAR CONTRA ARGENTINA E HOLANDA

Foto: Li Gang/Xinhua

A Fifa anunciou neste sábado (10) a abertura de processos disciplinares contra as federações da Argentina e da Holanda pelos incidentes entre jogadores e membros das comissões técnicas no jogo de sexta-feira (9), pelas quartas de final da Copa do Mundo do Qatar.

“O Comitê Disciplinar da Fifa abriu processos contra a AFA [Associação do Futebol Argentino] por violações potenciais dos artigos 12 [má conduta de jogadores e comissão técnica] e 16 [ordem e segurança nos jogos] do Código de Disciplina da Fifa durante a partida entre Holanda e Argentina da Copa do Mundo, que ocorreu no dia 9 de dezembro”, explica a organização em seu comunicado.

“Adicionalmente, o Comitê de Disciplina da Fifa abriu processos contra a KNVB [Federação Holandesa de Futebol] por potenciais violações do artigo 12 do Código Disciplinar da Fifa em relação ao mesmo jogo”, acrescentou.

As regras preveem como punição ganchos de um a três jogos aos atletas que praticarem condutas antidesportivas em relação aos seus adversários.

O duelo, vencido pela Argentina por 4 a 2 nos pênaltis —após empate por 2 a 2 no tempo normal e porrogação—, foi especialmente tenso, e o árbitro, o espanhol Mateu Lahoz, mostrou 16 cartões amarelos (oito para os argentinos e oito para os holandeses) e um vermelho para Denzel Dumfries durante a disputa de pênaltis.

Nos acréscimos do primeiro tempo, Lahoz tinha dado cartão amarelo por reclamação para Wout Weghorst, que estava então no banco de reservas. No segundo tempo, Weghorst entrou e fez os dois gols que permitiram à Holanda levar o jogo para a prorrogação.

A disputa de pênaltis também foi tensa. Depois de Lautaro Martínez converter a cobrança que deu a classificação à Argentina, os jogadores provocaram na comemoração os holandeses, reunidos no círculo central.

Durante todo o jogo houve tensão entre as equipes e em certos momentos houve princípios de confusão e briga, que obrigaram a intervenção de Mateu Lahoz para evitar o agravamento da situação.

Agence France-Presse

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