Professora de balé ajuda aluna cadeirante e vídeo viraliza

Foto: Reprodução

Uma professora de balé deu um show de inclusão ao acompanhar uma aluna cadeirante pela primeira vez na aula de dança. Mabel tem quatro anos e queria muito fazer balé, mas as perninhas dela não ajudavam.  O sonho da garotinha era praticar aulas e a professora deu uma bolsa para ela, após a mãe escutar inúmeras respostas negativas devido à deficiência de Mabel.

Ela nasceu  saudável. Com dois meses de vida, ela sofreu uma agressão da sua genitora. Devido às agressões teve hidrocefalia. Mabel teve uma parada de 15 minutos, fez uso de traqueostomia e sonda alimentar por 3 anos. Adotada por Priscila, Mabel foi incluída com carinho pelas profissionais e as outras alunas, o que enche sua mãe de emoção.

“Essa professora [Beth Libório], sem nem conhecer a minha filha, deu uma bolsa para ela na sua escola de dança”, disse a mãe, Priscila Brito, no vídeo compartilhado nas redes sociais. O sonho de Mabel estava prestes a começar!

Ela disse como a filha descobriu o balé e se encantou pela dança:

“Hoje Mabel tem 4 anos e meio. Em 2022, ela descobriu o ballet através de um desenho e ficou encantada. Fomos atrás de uma escola e ela foi recusada por ser uma criança atípica. Ficamos muito tristes”, lamentou.

A mudança veio quando a professora Beth ofereceu uma bolsa para ela e a acompanhou de perto. Com todo cuidado, ela ensinou diversos movimentos para Mabel com as mãos, depois passou a movimentar as perninhas dela… A menina era só sorrisos. Inclusão é isso!

A primeira aula

O primeiro dia de Mabel na escola foi gravado por Priscila. A garotinha é totalmente incluída na aula junto com as outras crianças, e as instrutoras vão acompanhando no tempo da criança todos os movimentos dela!

Pouco a pouco, Mabel vai melhorando e progredindo na dança e o resultado disso pode ser visto no olhar de felicidade dela.

Para Priscila, a oportunidade que Mabel ganhou mudou a vida dela.

“Mabel entrou no ballet mostrando que uma cadeira de rodas não define seu esforço mas o melhor de tudo foi [a atitude] das professoras que têm muito amor empatia por ela”, disse a mãe.

Ela agradeceu a todos que olharam para sua filha com olhar de amor, e não de “coitadinha”.

“O balé abriu uma porta gigante na vida da minha filha, hoje ela é uma criança que conhece seus limites e sabe até onde ela pode ir”, comemorou.

Só Notícia Boa

 

 

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